Chef estrela de Culinary Class Wars chega a Singapura com fusão coreano-cantonesa

02 de July de 2026 Publicado | Traducido del español

O chef sul-coreano Choi Hyun-seok, figura reconhecida por sua passagem no programa Culinary Class Wars, está em Singapura para uma colaboração de dois dias com o restaurante cantonês The Black Pearl. Junto com o chef executivo Dee Chan, eles apresentam um menu de oito pratos que integra ingredientes e técnicas da Coreia e de Cantão. Esta iniciativa aproxima a alta gastronomia de um público mais amplo, fundindo tradições culinárias de forma direta.

Dois chefs em uniformes brancos empratando um prato em um balcão de aço inoxidável, um chef coreano usando uma pinça de prata para colocar um abalone glaceado com gochujang em uma colher de cerâmica, o outro chef cantonês derramando molho de óleo de gengibre e cebolinha de uma pequena panela de cobre, vapor subindo de um vaporizador de bambu segurando bolinhos ao fundo, cozinha aberta com woks pendurados e utensílios de latão, estilo fotorrealista cinematográfico, luzes pendentes dramáticas projetando sombras quentes, bancada de mármore polido refletindo ingredientes, texturas de alimentos ultra-detalhadas, atmosfera profissional de cozinha de restaurante, foco profundo nos movimentos das mãos e no fio de molho.

A cozinha como plataforma de inovação gastronômica 🍜

A colaboração entre Choi e Dee Chan não é uma simples troca de receitas. Envolve um processo de desenvolvimento técnico onde métodos de fermentação coreanos se cruzam com técnicas de vapor e wok cantonês. O menu, de edição limitada, exige sincronização de tempos de cozimento e temperaturas para que sabores como gochujang e jang não dominem o dim sum. Isso requer ajustes na logística da cozinha para garantir consistência em cada prato servido durante os dois dias.

Fusão que não é fusão: o menu que sobrevive à crítica gastronômica 🥟

Claro, nada une mais duas culturas do que um prato de 200 dólares. A proposta de Choi e Dee Chan promete que o kimchi e o siu mai se deem bem, algo que na alta gastronomia nem sempre acontece sem que um crítico chore pela autenticidade perdida. Mas enquanto os comensais debatem se o gochujang mancha o wonton, os chefs já estão contando as reservas. No final, o que importa é que o turista se sinta internacional sem sair do bairro chinês.