BERD concede cinquenta milhões ao Uzbequistão para jovens empreendedores

02 de July de 2026 Publicado | Traducido del español

O Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento aprovou um empréstimo de até 50 milhões de dólares para um banco uzbeque, destinado a financiar jovens empreendedores. A medida responde ao fato de que as pequenas empresas geram mais da metade do PIB do país, mas enfrentam barreiras como falta de garantias e registros formais. O objetivo é reduzir esses entraves creditícios e fomentar o emprego juvenil.

jovem empreendedor em Tashkent usando um tablet para revisar uma solicitação de empréstimo digital em um aplicativo bancário, gerente do banco do outro lado da mesa demonstrando os termos do contrato na tela de um laptop, pequena oficina têxtil visível através da parede de vidro atrás deles com máquinas de costura e rolos de tecido, estilo de ilustração técnica, escritório moderno e limpo com iluminação quente, tela do tablet mostrando notificação de aprovação, laptop exibindo painel financeiro com gráficos de barras, mãos gesticulando durante a explicação, renderização arquitetônica fotorrealista, profundidade de campo rasa focando na interação

Fintech e registros digitais como solução técnica 🚀

O esquema de financiamento se apoia em plataformas digitais para avaliar riscos sem exigir garantias físicas. O banco uzbeque usará algoritmos de scoring de crédito baseados em dados móveis e de pagamentos, reduzindo a dependência de registros formais. Além disso, serão implementados contratos inteligentes para agilizar desembolsos. Essa abordagem permite alcançar jovens sem histórico bancário, um segmento que representa 60% dos solicitantes rejeitados em sistemas tradicionais.

O banco descobre que os jovens pagam sim, só que em dinheiro vivo 😅

Claro, porque a solução para um jovem sem garantias acessar um empréstimo não é pedir uma hipoteca, mas sim o banco aceitar que sua garantia é a promessa de pagar com os lucros do seu futuro negócio de entrega de samsas. Agora só falta o banco entender que o dinheiro vivo debaixo do colchão também conta como liquidez, mesmo que não apareça em nenhum balanço.