Resident Evil Requiem enfrenta o dilema entre terror puro e ação desenfreada

Publicado em 27 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Imagen del tráiler de Resident Evil Requiem mostrando un pasillo oscuro en Raccoon City con iluminación tenue y detalles ambientales creados con Unreal Engine 5.

Resident Evil Requiem ou como a Capcom brinca de ioiô com o terror

A Capcom nos apresenta Resident Evil Requiem com um trailer que parece um Rorschach digital: os fãs de survival horror veem tensão claustrofóbica, enquanto os amantes de ação veem Leon Kennedy se preparando para outra rodada de tiros na cabeça 🎯. A nona entrega principal da saga promete nostalgia com o retorno a Raccoon City, embora alguns temam que isso signifique voltar aos excessos de ação que quase transformaram a franquia em um shooter com bichos.

A eterna batalha identitária de Resident Evil

O trailer mostra a esquizofrenia criativa que define a saga:

"Resident Evil é como aquele amigo que alterna entre ver filmes de Bergman e Marvel, e você nunca sabe qual versão te tocará hoje"

O dilema técnico por trás do terror

Do ponto de vista de produção, o trailer sugere um impressionante desdobramento técnico:

A fotogrametria e texturas escaneadas prometem um realismo que, ironicamente, poderia tirar o medo do horror 🧟. Porque sejamos honestos, quem não viu um zumbi tão detalhado que acaba parecendo mais um exercício de anatomia do que uma ameaça?

Leon Kennedy: o elefante na sala cheia de zumbis

O possível retorno do agente Kennedy gera sentimentos mistos:

No final, o que mais dá medo não são os zumbis, mas a possibilidade de que a Capcom esqueça o que tornou a saga grande: corredores estreitos, recursos limitados e aquela bela sensação de vulnerabilidade que nenhum shader do Unreal Engine pode replicar. Talvez devêssemos começar a modelar nosso próprio survival horror no Blender... embora provavelmente terminasse sendo outro battle royale com skins de zumbis. 💀