Ben Collins, o ex-Stig, critica os carros modernos desde sua garagem

Publicado em 31 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Ben Collins, expiloto y ex Stig de Top Gear, posa junto a un coche clásico en su garaje personal, un espacio lleno de automóviles que representan su filosofía de conducción.

Ben Collins, o ex Stig, critica os carros modernos desde sua garagem

O ex-piloto Ben Collins, conhecido mundialmente por encarnar o misterioso Stig no programa Top Gear, compartilha uma perspectiva única desde seu santuário pessoal: sua garagem. Com uma carreira dedicada a empurrar os limites dos automóveis, Collins destrincha os elementos do design contemporâneo que, em sua opinião, erodem a essência de dirigir. 🏁

A invasão digital e a perda de conexão

Collins identifica a sobrecarga tecnológica na cabine como um problema central. Ele aponta que as grandes telas sensíveis ao toque obrigam a desviar o olhar da estrada para ações simples, como ajustar o ar-condicionado ou a música. Esse design, argumenta, elimina a intuição e gera distrações perigosas. Além disso, embora reconheça que os sistemas de assistência elevam a segurança, eles também criam uma bolha que isola o piloto das reações genuínas do chassi e dos pneus.

Principais queixas sobre a cabine moderna:
  • Telas sensíveis ao toque que obrigam a desviar o olhar da estrada.
  • Perda de controles físicos e intuitivos para funções básicas.
  • Auxílio eletrônico que dilui a percepção direta do comportamento do veículo.
"Dirigir se torna uma tarefa insípida quando o volante não transmite sensações." - Ben Collins

O lastro do peso e a direção sem alma

Outro front de sua crítica é o aumento constante de peso. Os automóveis atuais, repletos de baterias elétricas e equipamentos, sacrificam agilidade e respondem com preguiça. Collins também ataca a direção elétrica, a qual qualifica de excessivamente assistida e carente de realimentação real. Segundo ele, esse sistema não comunica o que acontece no contato entre o pneu e o asfalto, privando o condutor de informações cruciais.

Problemas dinâmicos chave:
  • Excesso de peso por baterias e equipamentos, o que reduz a agilidade.
  • Direção elétrica sobreassistida que oferece uma sensação artificial.
  • Falta de comunicação clara entre os pneus e as mãos do condutor.

Uma garagem como declaração de princípios

Collins ironiza sobre a necessidade de um hipotético botão "modo Stig" que desative todas as ajudas e devolva o controle absoluto ao piloto, uma opção que os fabricantes parecem evitar. Sua própria garagem, povoada de clássicos mecânicos, atua como um testemunho físico de sua filosofia. Ele prefere uma era em que a máquina respondia diretamente ao instinto e à habilidade do condutor, sem camadas de software intermediário. Sua análise é um chamado para não esquecer a paixão visceral que define o prazer de dirigir. 🚗💨