A visão de um ex-executivo da PlayStation sobre a IA nos videogames

Publicado em 27 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Comparativa visual entre el trabajo manual y asistido por IA en desarrollo de videojuegos

Quando Excel e a IA se encontram nos videogames

Um veterano da PlayStation soltou uma pérola que fará história: a IA em videogames é como Excel para contadores. Pode fazer cálculos chatos, mas jamais substituirá esse toque humano que transforma números em decisões inteligentes. ï¿?E menos mal, porque ninguém quer jogos feitos por robôs... ainda.

A IA como companheira de trabalho, não como substituta

O executivo foi claro: a inteligência artificial veio para ficar, mas como ferramenta, não como substituição. Otimizará processos como:

Mas a magia do design, essa que faz um jogo ser memorável, ainda precisa de cérebros humanos. Pelo menos até os robôs desenvolverem bom gosto. 🤖

Revolução no pipeline 3D

No mundo do modelado e VFX, a IA está sendo como aquele estagiário superdotado:

A IA não vem pelo seu trabalho... vem fazer a parte chata do seu trabalho

O futuro é híbrido

A lição é clara: os profissionais que combinarem habilidades tradicionais com domínio de IA terão vantagem. Porque no final, o importante não é quem faz o trabalho, mas que o resultado seja espetacular. 🚀

E se algum dia a IA ficar esperta demais... sempre podemos desconectá-la. Ou não? 😈