O panorama das entrevistas técnicas está mudando. Cada vez mais empresas permitem, e até esperam, que você use assistentes de IA como ChatGPT ou GitHub Copilot durante os exercícios. A chave já não é apenas produzir código que passe nos testes, mas demonstrar como você interage com a ferramenta, critica sua saída e explica suas decisões. Rejeitar a IA por princípio pode ser uma desvantagem.
Da sintaxe ao critério: a nova camada de avaliação 🧠
O foco se desloca de memorizar APIs para mostrar pensamento crítico. Os entrevistadores observam como você depura uma sugestão de IA, se identifica ineficiências ou vulnerabilidades de segurança no código gerado, e como adapta a solução ao contexto do problema. A capacidade de fazer prompts de forma eficaz e validar o resultado agora faz parte da prova técnica, refletindo um fluxo de trabalho real.
A IA disse, eu só copiei e colei 😅
Claro, confie cegamente. Apresente esse fragmento de código que o Claude gerou para você, sem revisar, onde usa um loop infinito para calcular um fatorial. Explique com total segurança que o modelo o otimizou. Depois, durante a revisão, você poderá desfrutar do silêncio constrangedor enquanto o entrevistador procura como perguntar se você também deixaria a IA assinar seu contrato.