Fernando Alonso analisou a situação do Aston Martin AMR26 após os testes de pré-temporada. Mostra confiança no design do chassi e no trabalho de Adrian Newey em aerodinâmica. No entanto, seu tom muda ao falar da unidade de potência Honda, cuja falta de compreensão do regulamento é um ponto de inquietação. O desempenho na pista não esteve à altura das expectativas.
O desafio da integração e do peso mínimo ⚖️
O principal obstáculo técnico não é apenas a potência do motor Honda, mas sua integração com o chassi. Alonso aponta que o pacote completo não está otimizado, gerando problemas de confiabilidade e desempenho. Outro fator é o peso mínimo do carro, um parâmetro crítico onde a equipe parece ter margem de melhoria. A sincronização entre o desenvolvimento aerodinâmico e a entrega de energia da unidade de potência é chave para progredir.
O AMR26 precisa de um motor de papel alumínio? 🛠️
Com tantas dúvidas sobre a propulsão, surge a pergunta se a solução passa por algo mais... artesanal. Talvez pudessem testar um motor feito de peças de Lego, pelo menos seria leve e não teria problemas de regulamento. Ou talvez um sistema híbrido que combine a energia elétrica com a ilusão dos torcedores. Assim, quando o carro parar na pista, poderemos dizer que está em modo carregamento de esperanças.