Simon Delestre acusado de vender sêmen de cavalo sem permissão

25 de April de 2026 Publicado | Traduzido do espanhol

O cavaleiro francês Simon Delestre, bronze em Paris 2024, enfrenta uma ação judicial de Daniel Pagès, dono do garanhão Couletto. Pagès pagou 800.000 euros pelo cavalo em 2008 e, por conselho de Delestre, congelou 160 doses de sêmen em 2011. Agora acusa o medalhista de vender esse material sem seu consentimento.

Um cavaleiro equestre em um estábulo, junto a um cavalo, com frascos de sêmen congelado e dinheiro, fundo de tribunal.

A cadeia de frio da discórdia: sêmen congelado e contratos 🧊

O caso se concentra no laboratório Equitechnic, onde foram armazenadas as 160 doses sob um contrato entre Pagès e Delestre. A tecnologia de criopreservação equina permite manter o material genético de Couletto, falecido em 2020, por décadas. No entanto, a falta de um acordo claro sobre a propriedade e comercialização dessas doses resultou em um conflito legal que expõe lacunas na gestão de ativos genéticos.

Cavalo morto, sêmen vivo e um bronze no banco dos réus 🐴

Couletto está há quatro anos no outro mundo, mas seu legado genético continua dando o que falar. Pagès, que pagou uma fortuna pelo garanhão, agora vê seu investimento escorrer entre palhetas congeladas. O melhor de tudo: Delestre, que sugeriu congelar o material, é quem supostamente o está vendendo. Nem os roteiristas de uma novela teriam tramado melhor.