A segunda temporada de Running Point, a comédia da Netflix criada por Mindy Kaling, estreia em 23 de abril. Inspirada na vida de Jeanie Buss, dona dos Lakers, a série acompanha Isla Gordon (Kate Hudson), uma mulher determinada, mas subestimada, que comanda o Los Angeles Waves. Esta temporada aprofunda sua luta pelo controle da equipe, especialmente com o retorno de seu irmão Cam, e como ela equilibra os negócios do basquete com os conflitos familiares.
O back-end da quadra: como se constrói o drama esportivo 🏀
Embora a série foque no drama humano, seu desenvolvimento técnico é fundamental para a credibilidade. A equipe de produção trabalhou com consultores da NBA para coreografar jogadas reais e projetar uma iluminação que imitasse a de um estádio profissional. A edição de som, por sua vez, utiliza camadas de murmúrios da multidão e rangidos de tênis para criar uma atmosfera imersiva. Cada detalhe, desde os uniformes até as lousas táticas, foi verificado para evitar erros que os fãs de basquete notariam imediatamente.
Spoiler: continuarão sem consultar a família Gordon antes de tomar decisões 😅
Se algo a primeira temporada nos ensinou é que a família Gordon toma decisões financeiras como se estivesse em um torneio de pôquer vendada. Agora que Cam está de volta, esperamos que pelo menos tenham instalado uma sala de reuniões com portas que fechem bem. Porque entre acusações cruzadas e mudanças de estratégia, os Waves parecem mais uma novela do que uma franquia da NBA. Mas, ei, enquanto Kate Hudson sorrir, a gente continua assistindo.