Agentes da Unidade Central Operacional da Guarda Civil declararam perante o Supremo Tribunal Federal que não houve alteração das evidências do ex-assessor Koldo García. Um responsável do grupo de investigação afirmou que é impossível manipular os dispositivos, como telefones celulares, sob sua custódia. A defesa do ex-ministro Ábalos havia sugerido possíveis mudanças nos áudios apreendidos.
Custódia digital e cadeia de evidências sem falhas 🔒
A UCO aplica protocolos de preservação de provas baseados em padrões forenses. Cada dispositivo apreendido é registrado com hash criptográfico e armazenado em contêineres selados. O acesso requer autorização judicial e fica documentado em um registro de cadeia de custódia. Os agentes explicaram que qualquer modificação do conteúdo original deixaria vestígios detectáveis nos metadados e nos sistemas de verificação de integridade empregados pela unidade.
A teoria da conspiração fica sem bateria 🔋
A defesa sugeria que alguém havia editado os áudios como se fosse uma montagem do TikTok, mas a UCO descarta isso. Se alguém tivesse tentado modificar um arquivo, os peritos teriam descoberto antes de terminar o café. No final, a única manipulação detectável é a de alguns políticos ao contar o que realmente disseram esses áudios.