Inés Cardoso Albarracín foi agraciada com o Prêmio de Literatura de Puy du Fou España por sua obra A traição de Tenesoya. O concurso, em sua segunda edição, recebeu 1.363 manuscritos. O romance explora a conquista das Canárias com uma protagonista complexa, abordando lealdade, identidade e sobrevivência com força narrativa.
O processo de seleção: de 1.363 obras a uma vencedora 📚
A organização empregou um sistema de leitura hierarquizado para gerenciar o volume de manuscritos. Primeiro, uma equipe de pré-seleção filtrou as obras por critérios de estrutura e coerência histórica. Em seguida, um júri especializado avaliou a tensão narrativa e o desenvolvimento de personagens. Finalmente, foi aplicada uma análise de viabilidade editorial, descartando propostas com anacronismos ou tramas lineares. A vencedora destacou-se pelo equilíbrio entre rigor documental e ritmo.
1.363 obras: quando escrever é mais barato que comprar um selo ✍️
Que tenham sido apresentados 1.363 manuscritos sugere duas coisas: há muitos romancistas trancados em casa, ou o prêmio paga melhor que um café com leite. Os organizadores leram todos, o que provavelmente exigiu mais café do que o que um informático consome em uma game jam. A vencedora, ao menos, demonstrou que não basta ter uma ideia: é preciso evitar que o leitor durma no terceiro capítulo.