O inspetor-chefe da UDEF, Manuel Morocho, declarou perante a Audiência Nacional que houve uma operação policial sem autorização judicial contra o ex-tesoureiro do PP, Luis Bárcenas. Também confirmou que recebeu pressões para omitir o nome de Mariano Rajoy nos relatórios sobre os Papéis de Bárcenas, além de detectar manobras para obstruir a investigação da contabilidade B do partido.
O uso de software de análise forense para rastrear documentos apagados na contabilidade B 🕵️
A investigação revelou que os relatórios originais continham ferramentas de mineração de dados para cruzar transações financeiras. No entanto, certos nomes-chave foram removidos manualmente dos arquivos digitais antes de sua entrega ao tribunal. Os peritos em informática tiveram que recuperar versões anteriores dos documentos por meio de técnicas de hash e metadados, demonstrando que a exclusão não foi técnica, mas sim intencional para ocultar vínculos diretos com a cúpula do PP.
A UDEF descobre que apagar Rajoy de um relatório é mais fácil do que apagar seu legado político 😅
Aparentemente, na UDEF eles tinham um editor de textos mais eficaz do que o da sede do PP: com um simples cortar e colar, Rajoy desaparecia dos papéis como por mágica. Pena que a contabilidade B não se apaga com a mesma facilidade. Agora os investigadores se perguntam se o próximo passo será instalar um antivírus contra a corrupção ou se, diretamente, preferem formatar o disco rígido de um partido inteiro.