A participação especial de Fox McCloud em Super Mario Galaxy sugere que a Nintendo está explorando um universo cinematográfico compartilhado. O próximo passo lógico seria um filme de Super Smash Bros. O principal desafio, gerenciar dezenas de personagens, tem uma solução de 18 anos: o modo história The Subspace Emissary de Super Smash Bros. Brawl. Esta trama já demonstrou como unir todos em uma narrativa funcional.
Um motor narrativo testado que resolve o problema do elenco 🎬
A adaptação de The Subspace Emissary fornece uma estrutura técnica clara. Divide os heróis em grupos gerenciáveis, com encontros e alianças orgânicas que evitam a saturação. Seu vilão, Tabuu, e a ameaça do Subespaço oferecem um conflito unificador que justifica a participação de todos, desde Samus até Kirby. É um esquema de produção narrativa que já passou no teste do jogador.
A Nintendo, o roteirista fantasma que estamos ignorando há anos 👻
Acaba que a companhia que às vezes prioriza a jogabilidade sobre a história, tinha escondido desde 2008 o plano para seu próprio Avengers. Enquanto os estúdios buscam desesperadamente como cruzar franquias sem colapsar, a resposta estava em um disco de Wii, entre trilhas sonoras desbloqueáveis. Talvez devêssemos revisar o manual do Mario Party 3 para ver se eles esboçavam a fase 4 do universo.