Mick Doohan, pentacampeão de 500cc, colocou o foco no aguardado duelo entre Marc Márquez e Pedro Acosta dentro da estrutura da Ducati para 2027. O australiano, que conhece bem o peso das lesões, elogia a resiliência de Márquez, que superou quatro cirurgias no braço, trocou a Honda pela Ducati e competiu contra novas gerações sem perder a motivação, mesmo quando seu futuro era incerto.
Ducati e o desafio de gerenciar dois talentos geracionais 🏁
A casa de Borgo Panigale enfrenta um desafio técnico e humano: equilibrar a veteranice de Márquez, que demonstrou capacidade de adaptar seu estilo agressivo a uma moto mais estável, com a explosividade de Acosta, cuja pilotagem fresca exige uma afinação mais flexível. O desenvolvimento da Desmosedici para 2027 deverá integrar soluções de eletrônica e chassi que permitam a ambos extrair o potencial sem gerar conflitos na direção da equipe.
Doohan: da reabilitação a ver Márquez como um amuleto 🔥
Doohan, que passou anos reconstruindo sua perna, brinca sobre a capacidade de Márquez de renascer das cinzas como uma fênix em macacão de couro. Segundo o australiano, se Acosta quiser vencê-lo, deveria considerar pedir a Márquez que lhe empreste seu braço saudável, porque o dele já vem com garantia de fábrica e quatro cirurgias de brinde. Ironias à parte, o duelo promete ser uma aula de resistência.