O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, acendeu o alarme ao declarar que a ilha deve se preparar para um possível conflito armado com os Estados Unidos. Em entrevista ao veículo brasileiro Ópera Mundi, o mandatário afirmou que, diante das ameaças de Donald Trump, que garante que o país cairá, Havana não pode se dar ao luxo de surpresas nem derrotas. O alerta surge em um contexto de tensão diplomática e sanções renovadas por parte de Washington.
Tecnologia de defesa: sistemas obsoletos e estratégia de guerrilha 🛡️
Cuba enfrenta um desafio técnico considerável. Seu arsenal militar, em sua maioria de origem soviética dos anos 60 e 70, inclui tanques T-62, aviões MiG-21 e sistemas de defesa aérea S-75. Diante da falta de peças de reposição e modernização, a estratégia se baseia em táticas de guerra assimétrica e mobilização popular. As Forças Armadas Revolucionárias priorizam a resistência urbana e o uso de túneis e bunkers dispersos. No entanto, a capacidade de manter comunicações seguras e sistemas de radar funcionais é limitada, o que obriga a depender de métodos rudimentares para contrapor uma possível ofensiva tecnológica estadunidense.
A nova arma secreta: chinelos reciclados e fé em Fidel 😂
Enquanto isso, nas ruas de Havana, o povo já treina para o combate. As avós afiam seus chinelos de borracha e os vizinhos ensaiam a técnica de lançar latas de cerveja vazias em possíveis invasores. Alguns sugerem que o verdadeiro plano é entediar o inimigo com discursos de três horas do próprio Díaz-Canel. Se Trump quer guerra, que se prepare para uma frente de batalha cheia de filas para comprar pão e uma internet que carrega mais devagar que um tanque enferrujado.