A terra batida da Caja Mágica não foi benevolente com as espanholas nesta quinta-feira. Jéssica Bouzas e Kaitlin Quevedo disseram adeus ao Mutua Madrid Open, torneio WTA 1000, deixando Cristina Bucsa como única representante nacional no quadro individual feminino. Uma quinta-feira de contrastes para a armada espanhola.
A análise tática: pressão e efetividade no saibro 🎾
A eliminação de Bouzas e Quevedo expõe carências técnicas na adaptação à superfície. Bouzas cometeu 32 erros não forçados em sua partida, enquanto Quevedo não conseguiu superar 45% de primeiros serviços. No saibro, a paciência nos intercâmbios e a capacidade para construir pontos longos são fatores diferenciais. Bucsa, com um jogo mais sólido do fundo, mantém vivas as opções espanholas.
O plano B da Caja Mágica: convidar Bucsa para um café ☕
A este passo, Cristina Bucsa vai acabar pedindo o cartão de sócia da Caja Mágica. Com Bouzas e Quevedo eliminadas, a representação espanhola se reduz a uma única raquete. Se essa tendência continuar, no ano que vem poderiam montar um torneio paralelo de individuais só para espanholas, com um quadro de quatro jogadoras e duas rodadas. Pelo menos, assim todas chegariam à segunda rodada.