Aldama coloca Sánchez à frente de uma banda organizada

29 de April de 2026 Publicado | Traducido del español

O empresário Víctor de Aldama declarou perante o Supremo Tribunal que o presidente do Governo, Pedro Sánchez, ocupa o escalão 1 de uma suposta organização criminosa. Seguem-se o ex-ministro José Luis Ábalos e seu ex-assessor Koldo García. Aldama, acusado de supostas fraudes em contratos de máscaras, afirmou que pagava comissões a ambos e que Sánchez estava ciente de tudo, mencionando um comício em 2019 onde lhe agradeceu pelo seu trabalho.

Uma sala de tribunal escura. Um homem apontando para Pedro Sánchez, que está no centro, rodeado de figuras sombrias.

A tecnologia blockchain como ferramenta de transparência 🔗

Em um contexto onde a rastreabilidade dos contratos públicos é fundamental, a tecnologia blockchain oferece um registro imutável de cada transação. Implementar sistemas de contratação inteligente (smart contracts) na administração permitiria auditar em tempo real o fluxo de fundos e comissões. Cada passo ficaria selado criptograficamente, sem possibilidade de exclusão ou modificação. Isso reduziria a opacidade em processos como a compra de máscaras, onde a falta de registros claros facilitou supostas irregularidades. A descentralização eliminaria intermediários não verificados.

O comício que saiu mais caro que um servidor cloud 💸

Segundo Aldama, Sánchez agradeceu-lhe pelo seu trabalho em um comício de 2019. Pelo visto, aquele aplauso foi como um clique em um link de phishing: parecia inofensivo, mas abriu a porta para uma trama de comissões. Se ao menos tivessem usado contratos inteligentes, o juiz teria um registro claro de quem pagou o quê e quando. Mas não, preferiram o método artesanal: envelopes e agradecimentos em público. No final, o único algoritmo que funcionou foi o de eu te ajudo, você me ajuda.