Profissionais da terapia ocupacional na Extremadura atualizaram seus conhecimentos em um curso realizado em Cáceres. A formação se concentrou na aplicação de tecnologias emergentes em sua prática clínica. O objetivo é integrar ferramentas como a inteligência artificial, a telereabilitação e a fabricação aditiva para otimizar os tratamentos e a atenção aos usuários.
De algoritmos a filamentos: integração técnica em reabilitação 🤖
O programa de formação abordou três pilares técnicos. Em inteligência artificial, explorou-se o uso de software para análise de movimento e personalização de exercícios. A telereabilitação incluiu plataformas para monitoramento remoto e orientação terapêutica à distância. Quanto à impressão 3D, mostrou-se o processo completo para criar órteses e adaptadores, desde o escaneamento até a escolha de materiais biocompatíveis.
Quando seu terapeuta também é seu maker e seu hacker de saúde 🛠️
A figura do terapeuta ocupacional evolui. Agora, além de conhecer a anatomia, deve entender de G-code e de latência em videochamadas. Em breve, teremos que agendar não só para uma avaliação, mas para que atualizem o firmware da órtese ou nos recomendem um plugin de realidade virtual. Isso sim, continuaremos reclamando do mesmo jeito quando os exercícios forem exigentes, embora nos sejam enviados por um algoritmo muito educado.