Os Mundiais de Atletismo em Pista Coberta de Torun 2026 não se destacam apenas pelas atuações dos atletas, mas também por serem o cenário ideal para implementar tecnologias 3D de vanguarda. A classificação de espanhóis como David García nos 400m ou Lorea Ibarzábal nos 800m, e o ouro de Yaroslava Mahuchikh no salto em altura, podem ser analisados com um detalhe sem precedentes mediante fotogrametria e sistemas LIDAR, transformando a percepção do desempenho esportivo.
Fotogrametria e LIDAR: do salto em altura à análise da corrida 🏃♂️
A proeza de Mahuchikh ao superar 2,01 metros é um caso de estudo perfeito para a fotogrametria 3D. Um sistema de câmeras de alta velocidade ao redor do fosso pode reconstruir em 3D cada fase de seu salto: a curva de aproximação, o ponto de impulso e a trajetória do centro de gravidade sobre a barra. Nas corridas, como os 400m de García, a tecnologia LIDAR pode mapear a pista para analisar a cinemática de cada passada, medindo com precisão o comprimento, frequência e ângulos de apoio, identificando ineficiências biomecânicas imperceptíveis ao olho humano.
Além do desempenho: precisão no arbitragem e treinamento ⚖️
Essas ferramentas também aportam objetividade à arbitragem. A desclassificação nos 400m ou os empates técnicos, como o de Ibarzábal e Arroyo, poderiam ser resolvidos com modelos 3D que determinem posições e tempos com exatidão milimétrica. Para os treinadores, a simulação de forças e trajetórias em ambientes virtuais permite projetar estratégias personalizadas, antecipando-se inclusive a cenários de competição, o que marca o futuro do treinamento de elite.
Como a tecnologia 3D de captura de movimento está redefinindo a técnica e estratégia nas provas de velocidade e salto para os Mundiais de Atletismo em Pista Coberta? 🏆
(PD: o rastreamento de jogadores é como seguir seu gato pela casa: muita informação e pouco controle)