Santiago Segura promove Torrente Presidente, filme que arrecadou quase 8 milhões em bilheteria. Em uma entrevista, o diretor brincou sobre seus prêmios Goya, afirmando que o próximo será o de Honra quando for octogenário, embora confesse que gostaria de receber um antes. Quanto ao conteúdo do filme, Segura explica que sua sátira mira a classe política em geral, sem lados. Citou como exemplo o ex-ministro socialista José Luis Ábalos, apontando semelhanças com seu personagem e o dano da corrupção na esquerda.
O renderizado da sátira política: algoritmos de roteiro e efeitos visuais 🎬
A construção de uma sátira visual como a de Torrente requer um pipeline técnico definido. Na fase de pré-produção, o roteiro funciona com uma lógica algorítmica, identificando e exagerando padrões de comportamento político reais para criar a paródia. Na fase de pós-produção, os efeitos visuais e o etalonagem são usados para conferir esse tom hiperbólico e grotesco característico. A tecnologia não só gera explosões, mas acentua os traços caricaturais dos personagens e dos cenários, criando uma realidade distorcida que reflete os excessos do poder.
Modo "Torrente": configurando sua candidatura política com DLCs de corrupção 🎮
Se a política é um jogo, Segura nos mostra a build definitiva. Seu personagem parece executar um software com todos os DLCs de desperdício e favoritismo instalados. O tutorial pula direto para a lição de como justificar gastos extravagantes. E o que é um bug evidente para o público –a corrupção–, no código do jogo figura como um recurso padrão do pacote Poder Básico. No final, o jogador se pergunta se precisa de uma atualização de ética ou simplesmente de um formatamento completo do sistema.