Rhea Seehorn respondeu a uma crítica recorrente sobre sua personagem em Pluribus antes da estreia da segunda temporada. O público aponta que Carol é uma protagonista difícil com a qual se empatizar. A atriz argumenta que o rótulo de pouco agradável se aplica com frequência a personagens femininas, limitando sua profundidade. Carol navega pelo luto, a perda de sua carreira e um apocalipse, por isso sua atitude é uma resposta lógica.
O motor de comportamento NPC: quando a amabilidade é um 'bug' narrativo 🤖
Vince Gilligan, criador da série, explica que o contraste entre Carol e os infectados é uma escolha dramática chave. Os infectados mostram uma amabilidade programada e artificial, similar a um NPC com diálogos predeterminados. Carol, por outro lado, opera com um código de respostas emocionais cruas e não filtradas. Esse design de personagens cria fricção narrativa ao enfrentar uma humanidade autêntica e dolorosa contra uma simulação de cordialidade vazia.
Exigimos protagonistas femininas no apocalipse: que sejam mais amáveis com os zumbis! 😅
É compreensível a queixa do público. Em um mundo colapsado onde os monstros sorriem de forma inquietante, o que você precisa é uma heroína com uma atitude sempre radiante. Que te ofereça um chá e palavras de ânimo enquanto foge de hordas infectadas. Carol, com seu luto e sua franqueza, claramente não leu o manual de protagonista apocalíptica empática. Prefere sobreviver a sorrir. Um falha de personagem, sem dúvida.