O festival El Jardín de las Delicias anuncia sua sétima edição para setembro de 2026 no recinto Cantarranas de Madrid, com Dani Martín e Viva Suecia como cabeças de cartaz. Além dos nomes, a planejamento de um evento dessa envergadura depende hoje de ferramentas digitais avançadas. A cenografia, a distribuição do espaço e a experiência visual são projetadas e testadas primeiro em ambientes 3D, garantindo um espetáculo eficiente e imersivo desde o primeiro acorde.
Modelagem e Simulação: Os Pilares da Pré-produção 🛠️
Antes de montar um único foco, o recinto e seus cenários, como o destacado Escenario Endesa, são reconstruídos digitalmente. Por meio de modelagem 3D e renderização fotorrealista, os designers podem experimentar com volumetrias, estruturas e materiais. A simulação acústica permite otimizar a localização dos alto-falantes, enquanto a simulação de iluminação e mapeamento de vídeo define a atmosfera de cada apresentação. Esses testes virtuais são cruciais para resolver problemas logísticos, calcular cargas estruturais e planejar o fluxo do público, minimizando riscos e sobrecustos na execução real.
Visualização: A Linguagem Comum da Produção 👁️
A visualização 3D atua como uma linguagem universal entre artistas, cenógrafos, engenheiros e patrocinadores. Permite apresentar ideias complexas de forma tangível, alinhar expectativas e tomar decisões criativas com base em representações precisas. Para festivais como este, onde a identidade visual é chave, essas ferramentas não apenas planejam, mas também vendem a experiência, criando hype por meio de imagens e vídeos gerados por computador que antecipam o impacto do espetáculo real.
Como estão sendo utilizadas as tecnologias de modelagem 3D, simulação de multidões e mapeamento arquitetônico para projetar e planejar a experiência imersiva e os cenários efêmeros do festival El Jardín de las Delicias 2026?
(PD: modelar público em 3D é mais fácil que o real: não reclamam, não gravam com o celular e sempre aplaudem)