O desenvolvedor PizzAndy apresenta um protótipo que integra mineração de Bitcoin com impressão 3D. O sistema reutiliza o calor gerado por chips ASIC mineradores para aquecer a cama de uma impressora Voron. Esta solução é direcionada a fazendas de impressão que operam de forma contínua, onde o calor residual pode compensar parte do custo energético de aquecer a cama. 🔥
Integração técnica e visão modular ⚙️
O protótipo atual utiliza a placa de alumínio da cama de impressão como dissipador para quatro chips ASIC, alcançando um desempenho de 500 GH/s enquanto mantém uma temperatura estável de 75°C. O plano futuro é criar um sistema modular baseado em azulejos, cada um com 16 chips. Este design escalável busca alcançar entre 10 e 30 TH/s, e permitiria um aquecimento zonal da cama para um controle preciso com diferentes materiais.
Quando sua impressora te paga o filamento (em satoshis) 💡
É o sonho de todo maker: que a máquina não só consuma eletricidade, mas tente contribuir com o gasto. Enquanto imprime um portalâmpadas, a impressora mineradora está ocupada gerando centavos de criptomoeda. Isso sim, provavelmente o desempenho não alcance para pagar o rolo de PLA, mas pelo menos a conta de luz dói um pouco menos. Um passo a mais rumo à autossuficiência das oficinas, um passo de gigante para a justificativa de projetos perante quem divide a moradia.