O governo regional destinou uma verba de mais de 552.000 euros para modernizar as infraestruturas das Escolas Infantis de titularidade autonômica. Este investimento, enquadrado no Plano de Infraestruturas Educativas, centra-se na reabilitação energética dos centros. O objetivo é reduzir o consumo, diminuir as emissões e melhorar as condições de conforto nesses espaços educativos para as crianças e o pessoal.
Intervenções técnicas: envolvente térmica, carpintaria e climatização 🛠️
Os fundos serão aplicados em atuações concretas sobre a física do edifício. Melhorar-se-á a envolvente térmica para reduzir perdas de energia, renovar-se-ão as janelas para otimizar o isolamento e substituir-se-ão os sistemas de climatização obsoletos por equipamentos de maior eficiência. Esta abordagem técnica busca uma otimização global do comportamento energético do edifício, priorizando a estanqueidade e o controle da temperatura com menor gasto elétrico.
Do giz digital às janelas que não assobiam 😌
É um passo lógico. Primeiro nos surpreenderam com as lousas digitais onde as crianças desenham com o dedo, e agora é a vez de o próprio edifício deixar de se comportar como um coador. Em breve os pequenos poderão aprender as cores sem ver como a cortina dança com o ar que se infiltra pela fresta. Um avanço: talvez o som de fundo na soneca seja apenas a respiração tranquila, e não o concerto de janelas vibrando com o vento da meseta.