A Coruña renuncia ao Mundial de dois mil e trinta e aposta na reforma de Riazor

Publicado em 16 de March de 2026 | Traduzido do espanhol

A cidade de A Coruña retirou sua candidatura para sediar jogos da Copa do Mundo de 2030. A prefeita Inés Rey explicou que as exigências e o investimento requeridos eram elevados demais. Em paralelo, foi assinado um acordo entre a Prefeitura, a Diputación e o Abanca para uma reforma integral do estádio de Riazor e sua cidade esportiva, um projeto de modernização para o Deportivo.

Vista aérea del estadio de Riazor, con planos de reforma superpuestos y el lema Futuro 2030 destacado.

Colaboração público-privada e gestão de projetos de infraestrutura 🏗️

Este acordo estabelece um marco de colaboração onde entidades públicas e um ator privado coordenam recursos. O enfoque técnico reside na planejamento integral de uma obra complexa, que provavelmente incluirá estudos de viabilidade, gestão de licitações e um cronograma de execução por fases. A chave está em alinhar objetivos esportivos, urbanísticos e financeiros sob um mesmo plano diretor, otimizando o investimento e os prazos.

A Copa do Mundo exige muito, mas Riazor pede socorro 🛠️

A FIFA exige padrões planetários, como gramado holográfico e camarotes com ar-condicionado para marsopas. A Coruña, com bom senso galego, olhou para sua casa e viu que Riazor precisa de coisas mais terrenas, como que os assentos não tenham musgo ou que os vestiários não se inundem quando chove. Às vezes, a grandeza não é aspirar a um jogo de Ghana vs. Coreia do Sul, mas lograr que a torneira do mictório da arquibancada norte pare de pingar.