A acessibilidade não é um acréscimo, é o padrão

Publicado em 20 de March de 2026 | Traduzido do espanhol

No design gráfico, a acessibilidade geralmente é a última da lista. É tratada como um trâmite ou evitada por medo de limitar a criatividade. Conversamos com Kane Hawkins, diretor criativo por trás do projeto Onvero, que afirma que o design inclusivo não é um nicho. É um padrão essencial que, integrado desde o início, melhora a experiência para todos os usuários, não apenas para alguns poucos.

Uma paleta de cores acessível e tipografia clara se integram em um design moderno e vibrante, mostrando que a inclusão é a base, não um remendo.

Integração no fluxo de trabalho e desenvolvimento 🛠️

O problema estrutural é verificar a acessibilidade no final do projeto. Isso faz com que os ajustes sejam complexos e caros. A solução é incluí-la nos briefs e conversas iniciais. Uma mudança técnica simples é não depender apenas da cor para transmitir informações. Adicionar ícones, padrões ou etiquetas de texto garante que a mensagem chegue aos usuários com daltonismo, cumprindo as diretrizes WCAG sem alterar o design visual.

O daltonismo: esse detalhe cromaticamente irrelevante 🎨

Claro, porque confiar unicamente no vermelho e no verde para um botão de erro e sucesso é uma decisão de design ousada. Assim nos certificamos de que uma parte da audiência veja dois quadrados idênticos e escolha ao acaso. É como projetar um cartaz só para quem tem binóculos. Uma abordagem verdadeiramente exclusiva, no sentido mais literal da palavra.