Um estudo compara a criatividade da inteligência artificial e dos humanos

Publicado em 31 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Gráfico conceptual que ilustra uma comparativa entre un cerebro humano y un chip de ordenador, rodeados de palavras que se conectam em uma rede de ideias divergentes.

Um estudo compara a criatividade da inteligência artificial e dos humanos

Científicos da Universidade de Montreal realizaram um experimento para avaliar como se compara a criatividade dos sistemas de inteligência artificial com a das pessoas. Para isso, analisaram grandes modelos de linguagem e mais de cem mil voluntários. 🤖🧠

A prova que mede a inventiva

O núcleo da pesquisa foi aplicar a prova de associações divergentes (DAT). Neste exercício, tanto as máquinas quanto os participantes deviam gerar dez palavras distintas em um prazo máximo de quatro minutos. O objetivo era medir a capacidade para processar e vincular conceitos de forma original.

Resultados chave da análise:
  • Em média, os modelos de IA superaram o desempenho dos humanos nesta tarefa específica.
  • Isso demonstra que as máquinas podem associar informações de maneira muito eficiente em contextos definidos.
  • No entanto, o panorama não é tão simples e surgem nuances importantes.
A criatividade humana de alto nível mantém vantagens em certos aspectos que os modelos atuais não replicam completamente.

Os humanos mais engenhosos mantêm a dianteira

Apesar do bom resultado médio da IA, o estudo revela dados cruciais. Quase a metade das pessoas com melhor desempenho na prova alcançaram pontuações mais altas que os sistemas artificiais. Além disso, os 10% dos participantes mais destacados obtiveram resultados significativamente superiores.

O que isso implica:
  • A criatividade humana excepcional ainda possui qualidades únicas.
  • Os modelos atuais de IA não podem emular completamente esses picos de inventiva.
  • A máquina se mostra como uma ferramenta potente, não como um substituto total.

Avaliar a criatividade: um desafio complexo

Os pesquisadores concluem que medir a criatividade é um processo intrincado. Vencer em uma prova concreta, como gerar palavras associadas, não equivale a poder substituir o pensamento criativo humano em toda a sua extensão. Este envolve processos como a intuição, a experiência emocional e a habilidade para conectar ideias de domínios muito díspares, áreas onde as pessoas ainda se destacam. Talvez a próxima prova deva incluir inventar desculpas originais para chegar atrasado, um campo onde os humanos somos campeões indiscutíveis. 😉