
O novo MUPAC em Puertochico integra tecnologia avançada em sua museografia
A região da Cantábria prepara um marco cultural com a construção do Museu de Pré-história e Arqueologia (MUPAC) no bairro de Puertochico, Santander. Sua abertura está prevista para o final de 2026 e aspira a se posicionar entre os museus europeus mais inovadores. A estratégia se baseia na fusão dos métodos expositivos tradicionais com as ferramentas digitais mais avançadas. 🏛️
Um espaço ampliado para a história e a inovação
O edifício contará com uma superfície total aproximada de onze mil metros quadrados. Essa ampliação de espaço permitirá desplegar mais áreas temáticas e acolher descobertas recentes, como os restos ósseos da Dama Vermelha encontrados na caverna de El Mirón. O projeto museográfico define um modelo moderno onde a tecnologia serve para enriquecer a narrativa histórica.
Elementos chave da nova instituição:- Salas ultra imersivas: Espaços projetados para gerar experiências sensoriais inovadoras e revolucionárias para o visitante.
- Depósito visitável: Uma zona onde o público poderá observar peças arqueológicas que não fazem parte da exposição permanente.
- Laboratório de pesquisa: Instalações onde os visitantes poderão ver como se processam e estudam os materiais extraídos nas escavações.
Integrar realidades virtuais e ambientes 3D com a conservação acessível define um novo paradigma para os museus arqueológicos.
Objetivos e visão de futuro
Com essas instalações, o MUPAC pretende diversificar a oferta cultural da Cantábria e atrair mais público. A integração de recursos de vanguarda é fundamental para esse propósito, criando um diálogo entre o passado remoto e as possibilidades digitais do presente.
Este plano faz parte de uma iniciativa regional mais ampla que inclui:- Desenvolver outras infraestruturas culturais na zona.
- Potencializar o atrativo turístico mediante a inovação.
- Preservar e dar a conhecer o patrimônio arqueológico com novos métodos.
Uma viagem no tempo redesenhada
A inauguração do novo edifício em Puertochico marcará um ponto de inflexão para gerir o legado arqueológico regional. Propõe uma viagem no tempo onde os óculos de realidade virtual se somam aos achados milenares. A Dama Vermelha de El Mirón encontrará assim um contexto museístico radicalmente diferente, potente e orientado à experiência imersiva. 🔍