Nvidia projeta a arquitetura Blackwell e seu chip GB202 para as RTX 50

Publicado em 31 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Ilustración conceptual de un chip de silicio negro con el logotipo de Nvidia y circuitos luminosos azules y verdes en su interior, representando la arquitectura Blackwell GB202.

Nvidia projeta a arquitetura Blackwell e seu chip GB202 para as RTX 50

A próxima geração de arquitetura GPU da Nvidia, denominada em código Blackwell, começa a se delinear por meio de vazamentos. Seu chip principal, o GB202, se posiciona como o coração das futuras placas de vídeo GeForce RTX 50, prometendo avanços notáveis em potência e eficiência energética. 🚀

O núcleo GB202 duplica a capacidade de processar gráficos

De acordo com dados que circulam, o GB202 integraria uma configuração muito mais densa que seu antecessor, o AD102 de Ada Lovelace. A estrutura interna se organiza em 12 GPC (Graphics Processing Clusters), cada um contendo 8 TPC (Texture Processing Clusters). Este design culmina em um total de 192 Streaming Multiprocessors (SM), o que significa o dobro de unidades para processar que o chip atual.

Características chave do design:
  • Configuração de núcleos: 12 GPC com 8 TPC cada um, totalizando 192 SM.
  • Comparativa: Duplica a quantidade de SM do AD102 (Ada Lovelace).
  • Objetivo: Lidar com cargas de trabalho extremas em jogos e aplicações profissionais de renderização e IA.
Um barramento de 512 bits para memória GDDR7 não era visto em GPUs para consumidor desde a era Pascal, marcando um retorno a larguras de banda massivas.

Largura de banda massiva e nova interconexão

Para alimentar tal densidade de núcleos, o sistema de memória deve ser excepcionalmente rápido. Os relatórios apontam que a Nvidia ampliaria o barramento de memória do GB202 até 512 bits. Combinado com a próxima geração de memória GDDR7, esta largura permitiria superar larguras de banda de 1.5 TB/s. Paralelamente, espera-se que a interconexão interna NVLink seja redesenhada para oferecer mais largura de banda e menos latência, um fator crítico para computação de alto desempenho.

Avanços em transferência de dados:
  • Barramento de memória: Especula-se com um aumento para 512 bits.
  • Tecnologia de memória: Implementação de GDDR7 para velocidades sem precedentes.
  • Interconexão NVLink: Redesenhada para ser mais rápida e eficiente em tarefas de IA e simulação.

O desafio final: eficiência e consumo

Embora essas especulações pintem um futuro muito potente para as GeForce RTX 50, o principal desafio para a Nvidia não será apenas fabricar um chip tão potente. A empresa deve garantir que os usuários possam alimentar essas placas sem que o consumo elétrico se torne um problema doméstico. O equilíbrio entre desempenho bruto e eficiência energética definirá o sucesso real da arquitetura Blackwell no mercado. ⚡