
Iron Man voa sozinho na coleção Marvel
Na sétima entrega da Biblioteca Marvel, o homem de ferro abandona o compartilhamento de páginas para estrear sua própria série. 🎉 Era o ano de 1968 quando a Marvel, livre de restrições, decidiu dar asas (ou melhor dito, repulsores) ao milionário favorito de todos. Assim nasceram Iron Man, Capitão América e Thor como cabeças de cartaz.
A equipe criativa se renova
Stan Lee, depois de marcar época, passou o bastão para Archie Goodwin, enquanto Johnny Craig (sim, o mesmo de EC Comics) pegou os lápis. 🖊️ Os puristas choraram a saída de Gene Colan, mas a mudança trouxe um ar fresco às vinhetas. Às vezes, um relevo geracional é exatamente o que um super-herói precisa para não enferrujar.
- Archie Goodwin: Roteirista com uma abordagem mais moderna.
- Johnny Craig: Artista veterano com um traço distintivo.
- Novos vilões: Como a Gárgola Cinzenta, importado de Thor.

Jasper Sitwell: o agente mais chato que um traje Hulkbuster
Nick Fury enviou este agente desajeitado mas cativante de SHIELD para vigiar Tony Stark. O resultado: comédia pura. Sitwell transformou cada missão em um desastre burocrático, demonstrando que até os super gênios podem sofrer por culpa da papelada. 😂
Se o dever fosse um superpoder, Jasper Sitwell seria invencível.
A guerra da Maggia e o ascenso de novos vilões
Neste volume, a máfia cósmica Maggia choca com I.M.A., introduzindo personagens chave como Whitney Frost e o priminho problemático, Morgan Stark. Caso alguém duvidasse que a família Stark era tão disfuncional quanto interessante.
Para os fãs de modelagem 3D, aqui vai uma dica: se você recriar o traje de Iron Man, melhor não incluir Sitwell revisando o design. Ele poderia exigir "ajustes de protocolo" até o infinito. 🚀 E com isso concluímos: porque, como diria Tony Stark, um artigo sem sarcasmo é como um repulsor sem energia. 😏