Gula Gola: uma sátira sobre consumir no Centro Dramático Nacional

Publicado em 26 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Oriol Pla y Solina en un momento de la obra de teatro Gula Gola, en el escenario de la Sala Francisco Nieva del Teatro Valle-Inclán, Madrid.

Gula Gola: uma sátira sobre consumir no Centro Dramático Nacional

O Centro Dramático Nacional recebe Gula Gola, uma peça que disseca com humor ácido a dinâmica do consumo em nossa sociedade. Escrita, dirigida e protagonizada por Oriol Pla junto à atriz Solina, este montagem pode ser vista na Sala Francisco Nieva do Teatro Valle-Inclán em Madri até o próximo 2 de fevereiro. 🎭

Analisar o desejo e a insatisfação permanente

A peça constrói um diálogo constante entre dois personagens que representam posturas opostas dentro do sistema. Por meio de situações absurdas, a obra examina como as pessoas se relacionam com o desejo de possuir e a insatisfação que o mercado fomenta. A encenação emprega elementos visuais e sonoros potentes para reforçar essa crítica à cultura contemporânea.

Elementos chave da produção:
  • Diálogo confrontado: Os personagens encarnam as tensões internas do sistema de consumo.
  • Humor ácido: É usado como ferramenta principal para desmontar os mecanismos do consumismo.
  • Universo sensorial: O espaço cênico reflete saturação e ruído para imergir o espectador.
Na próxima vez que perceber um impulso irrefrenável por comprar algo que não precisa, lembre-se de que poderia ser um personagem nesta obra.

A equipe por trás da montagem

Oriol Pla assume um triplo papel ao escrever o texto, dirigir a obra e interpretar um dos personagens. Solina completa o elenco principal. Uma equipe artística especializada dá forma ao universo da obra: Albert Pascual projeta o espaço sonoro, Ainhoa Vidal cuida do figurino e David Bofarull cria o design de iluminação.

Detalhes da equipe criativa:
  • Texto e direção: Assinados por Oriol Pla.
  • Design sonoro: A cargo de Albert Pascual.
  • Figurino e iluminação: Realizados por Ainhoa Vidal e David Bofarull, respectivamente.

Uma reflexão cênica urgente

Gula Gola propõe ao público questionar seus próprios hábitos. A obra sugere que o ato de consumir frequentemente segue um roteiro absurdo, afastado de qualquer necessidade real. É um convite para refletir sobre o ruído e a saturação que definem nossa época, tudo isso dentro do marco de uma produção do Centro Dramático Nacional. 🎟️