Audiência Provincial de A Coruña absolve ex-diretor de segurança da ADIF por acidente de Angrois

Publicado em 24 de January de 2026 | Traduzido do espanhol
Imagen representativa del accidente ferroviario de Angrois en Santiago de Compostela, mostrando el lugar de los hechos o elementos relacionados con la investigación judicial.

A audiência provincial de A Coruña absolve o ex-diretor de segurança da Adif pelo acidente de Angrois

Um tribunal superior profere sentença sobre um dos capítulos judiciais do sinistro ferroviário de Santiago de Compostela. A resolução isenta de culpa penal o antigo responsável pela segurança na circulação da infraestrutura ferroviária. 🚂

Decisão judicial sobre as responsabilidades técnicas

A Audiência Provincial de A Coruña determina que não existem elementos probatórios suficientes para condenar o ex-diretor. O tribunal aponta que ele agiu de acordo com a normativa vigente no momento do ocorrido, em julho de 2013. Esse acidente causou oitenta mortes e mais de cento e quarenta pessoas feridas.

Pontos chave da sentença:
  • O tribunal absolve o ex-diretor de Segurança da Adif por falta de provas.
  • Confirma-se que operou dentro do marco normativo existente em 2013.
  • O desastre na curva de Angrois deixou um saldo trágico de vítimas.
A justiça demora, mas chega, embora às vezes o faça deixando mais dúvidas do que certezas sobre quem deve responder quando os sistemas complexos falham.

Condenação firme para o condutor do trem Alvia

A mesma resolução judicial mantém a condenação imposta ao maquinista do trem. É-lhe imposta uma pena de dois anos e meio de prisão por cometer uma imprudência grave. Além disso, a sentença estabelece que o maquinista e a empresa Renfe devem assumir a responsabilidade civil.

Consequências da responsabilidade civil:
  • A seguradora da empresa ferroviária é a entidade designada para pagar as indenizações.
  • Os valores econômicos já foram fixados anteriormente.
  • Fecha-se um capítulo na via penal para o condutor.

Dissensão na sala: o voto particular

Um aspecto relevante da decisão é o voto particular emitido por uma das magistradas. Esta juíza manifesta sua discordância com a decisão de absolver o ex-responsável da Adif. Sua postura dissidente fica formalmente registrada no documento legal, embora não consiga alterar o veredicto majoritário do tribunal. ⚖️