Uma equipe da Universidade Estadual de San Diego criou revestimentos compostos impressos em 3D, chamados meta-skins, para proteger estruturas com núcleo de espuma. Esses revestimentos têm uma arquitetura pseudo-tecida e são fabricados com colocação automatizada de feixes de fibra de carbono contínua. O estudo analisou seu comportamento frente a impactos de diferentes intensidades.
Arquitetura pseudo-tecida e configurações testadas 🧪
A pesquisa avaliou duas configurações: monocasco (uma única pele) e sanduíche (duas peles). Em impactos de baixa velocidade, a configuração monocasco absorveu quase toda a energia, superando o desempenho de laminados convencionais. Para impactos de velocidade moderada, a estrutura sanduíche com duas peles demonstrou uma mitigação mais eficaz. Isso mostra que o desempenho não depende apenas do material, mas de como sua arquitetura se adapta à energia do impacto.
Um colete à prova de balas para sua espuma? 😄
Parece que até os painéis de espuma agora podem aspirar a ter seu próprio equipamento tático. Primeiro foi o kevlar para as pessoas, e agora peles de fibra de carbono tecidas digitalmente para os núcleos mais macios. Quem diria que escolher entre uma camisa ou um suéter (monocasco ou sanduíche) seria uma decisão crítica de engenharia. Só falta começarem a vender capas com o mesmo padrão para os celulares.