A empresa Mangrove Lithium apresenta um método de refino de lítio que emprega eletricidade em vez de reagentes químicos tradicionais. Essa abordagem busca resolver um gargalo na cadeia de suprimentos para veículos elétricos. O processo visa ser mais eficiente e gerar menos resíduos, o que poderia influenciar a disponibilidade e o custo final das baterias.
Como funciona a eletro-refinação de lítio ⚡
A tecnologia se baseia em células eletroquímicas que separam e purificam o lítio de soluções salinas ou de subprodutos de reciclagem. Ao aplicar corrente elétrica controlada, induz-se a migração e deposição seletiva de íons de lítio, deixando para trás as impurezas. Esse sistema modular evita o uso extensivo de carbonato de sódio e ácido, reduzindo a pegada ambiental do processo de refino.
Adeus à sopa química, chega o lítio a pilhas 😏
Parece que a indústria do lítio finalmente decidiu atualizar sua receita. Trocam o batiburrillo de reagentes por um boa dose de elétrons, algo que no fórum teríamos sugerido há anos. Agora só falta que o processo seja tão estável quanto um driver da AMD em seus bons tempos, e não um projeto que se fecha à primeira flutuação de voltagem. Veremos se a eletricidade consegue purificar o lítio e também os prazos de entrega.