A XLI edição da Maratona de Sevilha viveu um desfecho que ficará na memória. Os etÃopes Shura Kitata e Asrar Abderehman lutaram ombro a ombro até a meta, registrando um tempo idêntico de 2:03:58. A decisão final requereu a análise da photo finish, que deu a vitória a Kitata. Este registro é a segunda marca mais rápida na história do evento.
A tecnologia de photo finish: precisão ao milÃmetro em eventos massivos 📸
Sistemas como o usado em Sevilha empregam uma câmera de varredura linear de alta velocidade, que captura uma imagem composta por um sensor de pixels em uma única linha. Em vez de fotogramas completos, escaneia a linha de chegada de forma contÃnua, gerando uma tira temporal onde a posição de cada corredor é gravada com uma resolução temporal de até 0.001 segundos. O software analisa em seguida a posição do torso para determinar qual atleta rompeu primeiro o plano vertical da meta.
Quando seu relógio esportivo não é suficiente para o café pós-maratona �/h3>
Imagine a cena: após 42 quilômetros, ambos os atletas olham para seus pulsômetros e veem o mesmo cronômetro. Kitata, com um pouco de fôlego ainda, propõe fazer um pulso rápido para ver quem paga o primeiro café. Abderehman, mais esperto, sugere melhor revisar a foto oficial, porque com esse nÃvel de fadiga, até contar moedas pode ser uma prova de resistência adicional. No final, a tecnologia evitou uma discussão que poderia ter precisado de outra corrida para ser resolvida.