O Instituto IEEE se posicionou como um ator chave nos diálogos sobre mitigação climática durante a COP30 e um simpósio da UIT. Seus líderes, como o ex-presidente Saifur Rahman e o fellow Claudio Canizares, apresentaram soluções tecnológicas concretas. O enfoque se concentrou em demonstrar como a engenharia pode traduzir inovação em políticas práticas, destacando o papel dessa comunidade na transição para a sustentabilidade.
Pilares tecnológicos: redes inteligentes, renováveis e captura de carbono ⚙️
As intervenções do IEEE destacaram três áreas tecnológicas fundamentais. Foram apresentados avanços em sistemas de energia renovável para uma geração mais eficiente e distribuída. Discutiu-se o desenvolvimento de redes elétricas inteligentes, com capacidades de gestão de demanda e integração de armazenamento. Também foram abordadas ferramentas de captura, uso e armazenamento de carbono (CCUS) como um componente necessário para indústrias de difícil descarbonização.
E enquanto os políticos debatem, os engenheiros já têm os planos 🛠️
É um clássico: nesses fóruns globais, as delegações negociam durante dias a redação de um parágrafo sobre redução de emissões. Enquanto isso, no painel do IEEE, já mostravam os diagramas de fluxo e os modelos de simulação para alcançá-lo. Parece que, na corrida climática, alguns chegaram com discursos e outros com as equações já resolvidas. Pelo menos fica claro quem serão os chamados a tornar realidade os acordos... uma vez que sejam assinados.