A sequência Greenland 2: Migration eleva a aposta catastrófica. Abandona a ameaça de um único cometa para apresentar um anel de detritos, similar aos de Saturno, que circunda a Terra. Este cinturão libera fragmentos de forma constante, gerando chuvas de meteoritos imprevisíveis. O diretor Ric Roman Waugh e o supervisor de VFX Marc Massicotte basearam este cenário em fenômenos reais para dotar de verossimilhança à nova crise global.
Efeitos práticos e digitais para uma ameaça crível 💥
A produção combinou técnicas para criar a destruição. Para os impactos principais foram usadas explosões pirotécnicas em grande escala, gerando destruição prática no set. O departamento de VFX se encarregou dos meteoros em voo, dos ambientes digitais estendidos e da atmosfera carregada de detritos. Essa colaboração entre especialistas buscou transmitir uma sensação de perigo constante, onde a ameaça vem do céu a qualquer momento.
Problemas com lixo espacial? Isso é levar o conceito ao extremo 🛰️
Um pensa que tem problemas quando cai uma goteira na sala, mas a família Garrity se enfrenta a goteiras do tamanho de uma casa que caem a velocidade hipersônica. Dá vontade de dizer a eles que, pelo menos, não terão que se preocupar em regar o jardim. Isso sim, seria preciso revisar a apólice do seguro todo risco para ver se cobre bombardeio orbital aleatório.