Google está reduzindo a barreira de entrada para desenvolver experiências de realidade estendida na web. Sua estratégia combina o modelo Gemini e o espaço de trabalho Canvas. A ideia é que um texto descritivo sirva de base para gerar protótipos 3D interativos, que depois podem ser refinados e exportados para WebXR. Esse fluxo busca agilizar a passagem de um conceito para uma cena imersiva executável em dispositivos como visores de realidade virtual.
Fluxo técnico: de prompt a protótipo e daí a WebXR 🔄
O processo começa com o usuário descrevendo uma cena por meio de texto para o Gemini. Este atua como um assistente que interpreta o pedido e gera tanto os elementos gráficos 3D quanto o código necessário para sua visualização interativa. Canvas fornece o ambiente para modificar e montar esses ativos. Uma vez definido o protótipo, a plataforma facilita sua conversão para um padrão WebXR, permitindo sua visualização em navegadores compatíveis com visores de XR.
Adeus aos cursos de modelagem 3D, olá aos de redação criativa ✍️
Parece que a próxima habilidade demandada não será dominar o Blender, mas sim saber escrever descrições como uma sala com um sofá fofinho e uma planta que parece precisar de água. Nosso valor como criadores poderia depender de nossa capacidade para ser mais específicos que faça algo legal em 3D. Quem diria que o caminho para a realidade virtual passaria por aperfeiçoar as redações que fazíamos na escola.