A série *Monarch: Legacy of Monsters* expandiu a geografia do Monsterverse com o Axis Mundi. Este espaço não é a Terra Oca, mas uma região intermediária e instável que conecta a superfície com as profundezas através de uma rede de túneis. Sua característica definidora é uma distorção temporal causada pelas forças gravitacionais dos mundos que o rodeiam. Manifesta-se como bolsões isolados onde o tempo flui de forma irregular e é detectável da superfície por emissões de radiação gama.
Detecção e cartografia de um espaço instável 🗺️
O principal desafio técnico para a Monarch é o mapeamento de uma zona cujas leis físicas são variáveis. A detecção se baseia em sensores de radiação gama, que registram picos anômalos em locais aparentemente aleatórios. A entrada parece requerer condições específicas, como a atividade de um Titã ou a abertura de um portal. Uma vez dentro, a tecnologia de navegação convencional falha, já que as referências espaço-temporais são incoerentes. O desenvolvimento de balizas com assinatura cronológica estável é uma linha de pesquisa prioritária.
Um lugar perfeito para perder o voo (e o século) ⏳
Este lugar resolve o problema logístico dos Titãs que viajam para o trabalho, mas para um humano é a pior troca possível. Imagine entrar por um túnel e sair décadas depois, só porque se distraiu olhando uma estranha flora luminiscente. É o destino sonhado para quem quiser evadir impostos, autoridades ou modas passageiras. Isso sim, a conexão à internet deve ser péssima, o que explica por que nenhum Titã posta selfies em suas redes sociais dali.