O estúdio mais querido da animação mundial, Studio Ghibli, confirmou que não tem a menor ideia de qual será seu próximo projeto. Seu fundador, Hayao Miyazaki, de 85 anos, continua aparecendo no escritório todas as manhãs, mas ninguém sabe o que ele está desenhando. A empresa deixou claro que não bloqueia a inteligência artificial, mas jamais a usará para clonar seu estilo. Para o público, isso significa zero estreias próximas, embora a magia do estúdio permaneça intacta, sem pressa comercial.
A IA não pinta nada aqui: Ghibli prefere o traço humano 🎨
Enquanto outras produtoras experimentam com modelos generativos para acelerar a produção, a Ghibli mantém seu fluxo artesanal. Um porta-voz explicou que eles não se opõem à tecnologia como ferramenta, mas consideram que imitar o traço de Miyazaki seria um erro criativo. A IA pode replicar texturas ou paletas, mas não captura a pausa, a dúvida ou o erro deliberado que define sua narrativa. O estúdio prefere esperar anos para que um projeto amadureça em vez de forçar um calendário. Essa postura contrasta com a indústria atual, onde a velocidade manda.
Miyazaki desenha o que quer e nós esperamos sentados ⏳
Então já sabem: o avô mais famoso do anime continua chegando pontualmente à sua mesa, com seu lápis e seu chá, enquanto o resto do mundo se pergunta se verá algo antes de 2030. A Ghibli não solta nem um esboço, nem um teaser, nem uma pista. A única certeza é que quando Miyazaki terminar, todos saberemos. Enquanto isso, se precisarem de sua dose de magia, podem reassistir Meu Amigo Totoro pela décima vez. Não há pressa, nem para eles nem para nós.